A maior prioridade de um governo, acredito, deveria ser atender aos anseios de coletividade de um povo, embora, muitas vezes, esse povo possa não entender isso completamente. Faria um bem tremendo a todos se estimulasse esse povo a pensar coletivamente, mas, infelizmente, na campanha eleitoral, cada eleitor é convidado a vender-se, começando aí um círculo vicioso de corrupção e poder.
Considero como
fracasso um governo não querer dialogar com o povo e, por isso, temos assistido
a uma rejeição grande, a ponto de as pessoas pensarem em voltar ao passado. Mas
não pensem que, quando digo dialogar, é ficar recebendo as pessoas em casa e
distribuindo benesses sem qualquer critério. Isso é populismo e apologia ao
individualismo.
Sem mencionar
a saúde e a educação, prioridades constitucionais, o olhar de um governante
deve se voltar para as maiores carências do seu povo. E somente ouvindo as
pessoas é que se constroem as prioridades.
O orçamento
“palpitativo” foi uma frustração ao longo desses anos. As prioridades para a
população, como as obras de infraestrutura dos bairros São João, Tigres,
Recanto dos Paratis, Palmital e outros cederam lugar às reformas de praças que
já existiam, porque político gosta mesmo é de tentar
apagar o nome dos seus antecessores. Não é assim que se faz um bom
governante.
As prioridades também devem incluir o investimento no futuro, trabalhando como se o governo fosse uma grande empresa, na construção de possibilidades para atrair recursos de fora para nossa cidade. Se isso tivesse sido feito, hoje poderíamos enfrentar esta crise com mais vigor, sem ficar de pires na mão, porque os repasses federais são menores e fazem uma grande falta agora ter outras opções.
As prioridades também devem incluir o investimento no futuro, trabalhando como se o governo fosse uma grande empresa, na construção de possibilidades para atrair recursos de fora para nossa cidade. Se isso tivesse sido feito, hoje poderíamos enfrentar esta crise com mais vigor, sem ficar de pires na mão, porque os repasses federais são menores e fazem uma grande falta agora ter outras opções.
O quadro ainda pode piorar, porque a crise instalada pode querer ficar mais alguns anos por aqui. Neste momento, é importante refletir sobre quem vamos colocar no leme do barco. Sem a visão de futuro, sem as medidas necessárias e prioritárias, podemos submergir no meio da tempestade.

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