Nesta semana, tentando salvar o naufrágio certo do seu candidato, o PSC do prefeito entrou com impugnação ao pedido de registro do candidato Wagner Heringer, o que vem destruir definitivamente a ideia de que Wagner Heringer seria uma segunda via do prefeito.
Numa primeira análise, esta ideia de segunda via é absurda e descabida, próprio de quem não compreende o jogo político, porque, se isso ocorresse, dificultaria para o próprio prefeito, o que todos têm visto que está acontecendo, com a tendência de Wagner levar os votos do candidato do governo. Segundo, porque quem conhece o caráter de Wagner Heringer sabe que ele não seria capaz de tamanha traição com o povo.
Aos que afirmam essa tolice, resta a pergunta: por que o prefeito impugnaria o candidato que ele supostamente criou? Qualquer pessoa perceberá que isso jamais existiu.
Quanto à impugnação formalizada, há inúmeros julgados no TSE e nos tribunais regionais afirmando que, para a candidatura de Wagner ser impugnada, deverão existir dois requisitos: o primeiro, que o ato administrativo tenha sido cometido com DOLO (má-fé), o que não é o caso, visto que Wagner desconhecia a decisão da presidente do IPREV, em 2004, de aplicar recursos da entidade no Banco Santos. O segundo, que o ato administrativo também tenha sido considerado uma irregularidade insanável, o que também não se aplica, uma vez que recursos da massa falida do Banco Santos têm sido devolvidos ao IPREV desde 2010.
Portanto, diante de tão fartos e convincentes argumentos, a candidatura de Wagner Heringer será APROVADA.
O receio dos adversários é que Wagner continue crescendo como se tem visto nas ruas, nas visitas e reuniões que realiza por todo o município e por ser ele reconhecido como uma pessoa de bem, que deseja transformar a cidade num lugar desenvolvido, a partir de um novo conceito de gestão moderna e eficiente, diferente de tudo o que já passou pela prefeitura.

Nenhum comentário:
Postar um comentário