Não é novidade para ninguém que, no momento, enfrentamos uma crise e temos visto que faltou ao governo local experiência para enfrentá-la corretamente. Faltou ao gestor o planejamento para situações de emergência como esta que vivemos. Isto ocorreu porque a maioria dos gestores só sabe governar em tempos de rios de dinheiro, consegue a proeza de deixar o nome do município sujo, com termos de ajuste não cumpridos, multas e condenações de todo tipo, além de não ter realizado obras importantes. Isso é o que podemos chamar de experiência desastrosa. Se o político não consegue nem mesmo resolver os seus problemas pessoais, como poderá resolver os problemas do município?
A experiência digna de honra pressupõe a superação dos problemas, o que não vimos acontecer com os administradores do município nas últimas décadas. Basta ver a que ponto chegamos: o governo atual pede empréstimo para gastar e outro pagar, endividando a cidade por conta do seu flagrante despreparo. O pior ainda é tirar foto registrando esse fracasso.
A experiência não pode ser reconhecida quando se cometem os mesmos erros do passado, repetindo-se fórmulas de se fazer política que podem levar a cidade de volta ao século passado, onde imperavam a compra vergonhosa de votos, as filas de humilhação na porta dos políticos, o toma-lá-dá-cá, o dinheiro público gasto de qualquer maneira, os gatos milionários de combustíveis e outras coisas do gênero.
O sucesso nos empreendimentos e a formação de um caráter justo e humanizado são consequências naturais da boa experiência, pois, mesmo enfrentando crises, há sabedoria suficiente para gerir recursos e ainda encontrar espaço para ajudar os outros, mesmo com recursos próprios.

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